O MEL DO ROCK

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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

RONNIE JAMES DIO: TRIBUTO REUNIRÁ ESTRELAS DO ROCK

Wendy Dio confirmou que um álbum tributo a Ronnie James Dio está sendo planejado. A viúva e ex-empresária do saudoso baixinho declarou que o trabalho não deve sair esse ano, mas vários convidados já acertaram suas participações, como Rob Halford, Glenn Hughes, Dave Grohl e Lemmy Kilmister. Wendy adiantou que o vocalista do Foo Fighters cantará “Mob Rules”, enquanto o frontman do Judas Priest escolheu “Long Live Rock and Roll”.

E outros artistas já estão praticamente confirmados. “Acabei de falar com Alice Cooper. Ele tem em mente uma canção dos tempos do Elf. Também deixei conversas adiantadas com Sebastian Bach e Chris Jericho”, declarou.

MÖTLEY CRÜE: BANDA RECEBERÁ PRIMEIRO RONNIE JAMES DIO AWARD

Vince Neil está atualmente na cadeia, Nikki Sixx está ocupado expandindo suas atividades radiofônicas e lançando um novo disco e livro, Tommy Lee está excursionando como DJ, e quem sabe como é que Mick Mars passa seu tempo longe do palco. De qualquer modo, quando os quatro se juntam como Mötley Crüe, há muita força acumulada, no momento que a célebre banda da Sunset Strip comemora seu trigésimo aniversário esse ano.

Como o Crüe pronto para se reagrupar em breve para uma turnê em 2011, eles também tomam as manchetes essa semana como premiados no terceiro Revolver Golden God Awards (prêmio cedido pela revista musical estadunidense Revolver).

Tido como o único prêmio dos EUA para o hard rock e o metal, os organizadores estão honrando a carreira do MÖTLEY CRÜE dando a eles o primeiro Ronnie James Dio Lifetime Achievement Award – renomeado em honra do finado grande vencedor do prêmio de melhor vocalista de 2010.

O terceiro Revolver Golden God Awards será no dia 20 de Abril, no Club Nokia, no centro de Los Angeles. O evento será transmitido pelo canal televisivo VH1 Classic no dia 28 de maio.

O MÖTLEY CRÜE deve começar sua turnê de 2011 no Bamboozle Festival em East Rutherford, Nova Jérsei, em 29 de abril.

OZZY OSBOURNE: PLANEJANDO VOLTAR "AO BÁSICO" NO NOVO ÁLBUM

Na quarta-feira, 23 de fevereiro, o DJ do programa "Heavy Metal Thunder" da rádio Metal Messiah entrevistou o lendário vocalista do BLACK SABBATH singer Ozzy Osbourne antes do primeiro show do Ozzy em Porto Rico desde 1984, que acontecerá sábado, 26 de fevereiro no Coliseo de Puerto Rico em San Juan. Seguem alguns trechos da conversa.

Sobre se ele está satisfeito com a forma que o álbum "Scream" de 2010 foi recebido e o estado atual das sessões de composição para sua sequencia.

Ozzy: "Já estou pensando no próximo álbum."

"Quando eu faço um álbum, eu não o faço simplesmente num dia e o lanço no dia seguinte. Eu trabalho sozinho por um bom tempo. "

"[O 'Scream'] fez o que deveria ter feito e o que se propunha a fazer. Estou feliz com o resultado, mas eu já estou passando para o próximo. Eu não sei quando vai ficar pronto, entretanto."

"Eu quero voltar mais ao básico no próximo álbum."

"Eu não tenho um título. Escrevi algumas idéias. Mas eu não posso lhe dar muita informação na verdade. Não vai levar muito tempo, eu acho que não. Tudo o que posso dizer a você é que eu tenho algumas idéias para músicas, mas eu não quero dizer quando será lançado porque nem eu mesmo sei."

"O 'Scream' é o 'Scream'. Eu tento e faço um álbum diferente todas as vezes que faço um disco."

"Eu não me prendo a uma fórmula. Eu só tento e experimento muito. O 'Scream' foi mais como um álbum experimental porque eu não tinha uma banda na época. O Gus [G.] [guitarrsita] veio e os caras tocaram no álbum depois que eu tinha feito grande parte do trabalho eu mesmo e meu produtor, Kevin Churko, no meu estúdio."

Sobre seu novo guitarrista Gus G. (do FIREWIND também) e o resto da sua atual banda:

Ozzy: "O Gus é outra grande descoberta. Eu o encontrei em testes. A banda propriamente dita, minha banda, é uma das melhores bandas que já tive há... Não consigo me lembrar de ninguém melhor. Trabalhamos em equipe. Eu não acho que tenhamos feito um show ruim sequer nessa turnê em que estivemos e nós fizemos quase uns cem shows."

"É muito divertido trabalhar com pessoas que querem se divertir. Ninguém fica bêbado, ninguém maltrata a platéia ou fica cheio de si. É uma vibração boa, sabe."

Sobre o recente relato o baixista do BLACK SABBATH Geezer Butler dizendo que não haverá uma reunião do SABBATH original:

Ozzy: "Eu nunca digo nunca. Eu não ouvi mais nada do que falamos há algumas semanas. Se vai acontecer, eu não sei. Mas eu não vou dizer nada sobre isso, na verdade, porque eu não quero dar com a língua nos dentes."

O atual baterista do Ozzy Osbourne, Tommy Clufetos, disse ao podcasta do Talking Metal que um trabalho inicial está a caminho para uma sequencia ao "Scream" e que ele acha que o Ozzy “voltará a um disco de rock clássico”. Clufetos acrescentou, "o que ele expressou é que ele quer fazer ele com a banda tocando ao vivo em um recinto aonde quer que isso nos leve. Menos tecnologia, mais amplificadores e baterias."

Ozzy gravou grande parte do "Scream" em um estúdio em sua casa em Los Angeles com o produtor Kevin Churko, fazendo a maior parte das composições e gravações em computadores. Ele disse à The Pulse Of Radio que ele gostou de trabalhar dessa forma mas queria fazer algo diferente na próxima vez. "No fim, o resultado final foi muito bom, mas eu não sei se eu quero continuar a fazer assim," ele disse. " Eu gosto de – como nos álbuns anteriores, ensaiar e fazer um jam com a banda, pegar uma vibração, sabe. Eu quero incorporar isso e essa coisa de tecnologia nova, no próximo álbum."

Clufetos disse ao "Talking Metal" que o Ozzy e sua banda da turnê já começaram a trabalhar em idéias de músicas entre um show e outro na ultima turnê do Ozzy, dizendo "Já temos novas idéias no backstage, nos hotéis e na checagem de som e temos algumas idéias gravadas... o tempo dirá o que acontecerá com elas."

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

OZZY OSBOURNE: SEPULTURA ABRIRÁ OS SHOWS DE SP E BRASÍLIA

Segundo o site oficial do SEPULTURA, a banda irá abrir os shows de OZZY OSBOURNE em São Paulo (02/04 - Arena Anhembi) e Brasília (05/04 - Ginásio Nilson Nelson).

Os shows do OZZY no Brasil fazem parte da turnê de divulgação do último álbum do artista, Scream (Epic Records) e seu último single "Live Won't Wait". As datas do Brasil fazem parte da turnê mundial de 18 meses para as quais ele vem recebendo as críticas mais positivas de sua carreira, com shows já realizados na Inglaterra, Rússia, Itália, França, Dinamarca, Suécia, Grécia, Finlândia, Noruega, Alemanha, Romênia, Hungria e EUA.

JUDAS PRIEST E WHITESNAKE: TURNÊ CONJUNTA NO BRASIL?

De acordo com matéria publicada no Mondo Metal, assinada por João Renato Faria e Christiano Gomes, estaria sendo negociada para setembro a vindo do JUDAS PRIEST e do WHITESNAKE para uma turnê conjunta pelo Brasil que teria cinco datas. O Mondo Metal teria apurado que já existem pré-reservas em duas casas de show de Belo Horizonte, o que garantiria uma data para a realização do show em setembro.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

BAIXISTA DO BLACK SABBATH DESCARTA REUNIÃO ENTRE MÚSICOS ORIGINAIS

Geezer Butler divulgou comunicado negando boatos de possível encontro.
Último trabalho da banda teve o cantor Ronnie James Dio nos vocais.

Geezer Butler, baixista da cultuada banda de heavy metal Black Sabbath, descartou qualquer possibilidade de uma reunião com os ex-companheiros.

"Eu gostaria de deixar claro, em justificativa a rumores e boatos, que definitivamente não haverá nenhuma reunião entre os quatro membros originais do Black Sabbath. Seja para gravar um álbum ou turnê", declarou Butler em um comunicado publicado pela revista norte-americana "Rolling Stone".

Antes do anúncio, porém, os músicos chegaram a dar sinais de que estariam de preparando para um retorno. No ano passado, o cantor Ozzy Osbourne e o guitarrista Tony Iommi resolveram amigavelmente uma ação judicial pelos direitos de uso do nome da banda.

Há apenas duas semanas Osbourne disse à rádio "ABC" Radio que o Black Sabbath estava no estágio das "conversas" sobre a gravação de um novo álbum. "O problema é que se fizermos algo abaixo do nosso último trabalho, vai ser um grande anticlímax", disse Ozzy.

O grupo fez a última turnê juntos em 2005 com Ronnie James Dio nos vocais e sob o nome Heaven ans Hell. Excursionaram e gravaram entre 2006 até a morte do cantor, em 2010.

TRADUÇÃO BLACK SABBATH - IRON MAN

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MAIS DE 50 ATRAÇÕES DO PALCO SUNSET ROCK IN RIO FORAM ANUNCIADAS NESTA TERÇA-FEIRA

Durante a coletiva de imprensa, organização confirmou nomes como Mike Patton, Erasmo Carlos, Arnaldo Antunes, Milton Nascimento, Titãs, Sepultura, Martinho da Vila, Jorge Drexler e Concha Buika

A combinação foi perfeita para o lançamento do Palco Sunset Rock in Rio: de um lado a Pedra do Arpoador, do outro, o Morro Dois Irmãos, no Leblon, e para completar um deslumbrante pôr do sol. Foi dessa forma que Roberta Medina, vice-presidente do festival, e Zé Ricardo, curador e diretor artístico do espaço, apresentaram na tarde desta terça-feira (22), no Hotel Fasano, no Rio de Janeiro, o conceito do palco e as mais de 50 atrações nacionais e internacionais contratadas para os seis dias de evento. Participaram deste anúncio cerca de 20 artistas, entre eles Erasmo Carlos, Toni Garrido, Andreas Kisser (Sepultura), Sérgio Dias (Mutantes), Martinho da Vila e Zeca Baleiro.

Criado em 2008, no Rock in Rio Lisboa, o Palco Sunset Rock in Rio já ganhou três edições (duas em Lisboa e uma em Madri). Por trás do projeto, a ideia de oferecer um espaço de possibilidades onde os artistas têm total liberdade para experimentar: podem interpretar o repertório uns dos outros, convidar mais nomes para subir ao palco, soltar a criatividade. Os shows são especialmente preparados para o festival. A apresentação começa a ser montada meses antes do Rock in Rio, em um trabalho artesanal que conta não apenas com os envolvidos no encontro, mas também com a colaboração Zé Ricardo.

“Não tenho nenhuma dúvida que o Sunset será um dos pontos altos do Rock in Rio 2011. Sempre tivemos grande inquietação para promover um espaço de jam sessions, onde os artistas tivessem liberdade para criar. Este é o Sunset Rock in Rio, que chega ao Brasil depois de três edições na Europa e maior do que nunca”, comentou Roberta.

Após a apresentação da estrutura do Sunset Rock in Rio, os artistas fizeram uma jam session no palco montado no terraço do Hotel Fasano, adiantando os grandes encontros que poderão ser vistos pelo público durante o festival.

“O Sunset Rock in Rio é um palco para grandes encontros, de muitas possibilidades. O projeto nasceu de um sonho da organização de trazer artistas consagrados para o público curtir desde a hora que chega à Cidade do Rock até ir embora. Assim nasceu o Sunset. O que fazemos é provocar os grandes artistas do mundo para saírem de sua zona de conforto e experimentarem uma coisa nova: fazer uma parceria com alguém que sempre teve vontade, ou com quem ainda não conhece, mas admira, misturar ritmos, conhecer artistas de novos países... Essa é a maior virtude do Sunset: a provocação”, afirmou Zé Ricardo, completando que apenas os músicos de qualidade conseguem improvisar.

Para o secretário municipal de Turismo Antônio Pedro Figueira de Mello, o Sunset Rock in Rio tem o perfil do carioca.

“Eu vi o Sunset em Lisboa e posso dizer que esse espaço promove uma sensação diferente em relação ao Palco Mundo, por exemplo. Eu prefiro o Sunset Rock in Rio, tem o jeitão e a cara do Rio”, revelou Antônio Pedro.

A secretária estadual de Turismo, Esporte e Lazer Marcia Lins lembrou que em um momento de tanto orgulho para os cariocas e brasileiros, com a realização da Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, o maior evento de música e entretenimento do mundo não podia ficar de fora.

“O governador Sergio Cabral e o prefeito Eduardo Paes batalharam muito para trazer esses grandes eventos para o Rio, mas faltava trazer de volta o Rock in Rio. Um festival que nasceu aqui e espalhou uma imagem positiva e o orgulho de ser brasileiro mundialmente. Eu não conheço outro evento no mundo que vá para oura cidade e continue levando o nome da cidade onde surgiu, como é o Rock in Rio”, lembrou Marcia.

Entre os artistas brasileiros que já se apresentaram no Sunset Rock in Rio nas edições da Europa estão: Martinho da Vila, Zeca Baleiro – que cantou ao lado do português Jorge Palma –, Pato Fu, Tiê, Maria Rita e Toni Garrido, além da funkeira Deize Tigrona, que se apresentou ao lado do Buraka Som Sistema na estreia do palco, em 2008.

Palco Sunset Rock in Rio conta com o apoio da Leader e da Wizard

Depois de dez anos fora do Brasil, o Rock in Rio mostra sua força ao se juntar a grandes marcas. A Wizard será a única rede de ensino de idiomas a apoiar o evento.

“Sabemos da referência da marca Rock in Rio mundialmente e ficamos honrados de fazer parte deste projeto. Temos certeza que o Sunset será um sucesso no Rio também”, comentou Charles Martins, presidente do Conselho Administrativo da Wizard.

A Leader, além de apoiar o evento, desenvolverá uma linha exclusiva para o Rock in Rio com t-shirts de moda feminina e masculina, mochilas, bonés, copos, canecas e roupa de cama que chegam às lojas em abril.

“A Leader é a maior empresa de vestuário de moda do Rio de Janeiro e vai levar um pouco do Rock in Rio para fora do Rio. Estamos presente em oito estados brasileiros e todas as nossas lojas terão produtos licenciados do Rock in Rio”, comunicou Robson Gouvêa, presidente da Leader.

Atrações do Palco Sunset Rock in Rio:

23 de setembro
Móveis Coloniais de Acaju + Orkestra Rumpilezz + Mariana Aydar
Ed Motta + Rui Veloso + convidado
Bebel Gilberto + Sandra de Sá
The Asteroids Galaxy Tour + convidado

24 de setembro
Marcelo Yuka + Cibelle + Karina Buhr + Amora Pêra
Tulipa Ruiz + Nação Zumbi
Milton Nascimento + Esperanza Spalding
Mike Patton/ Mondo Cane + orquestra

25 de setembro
Matanza + BNegão
Korzus + The Punk Metal Allstars
Angra + Tarja Turunen
Sepultura + Tambours du Bronx

30 de setembro
Buraka Som Sistema + Mixhel
João Donato + Céu
Cidade Negra + Martinho da Vila + Emicida
Monobloco + Macaco

1º de outubro
Cidadão Instigado + Júpiter Maçã
Tiê + Jorge Drexler
Zeca Baleiro + Concha Buika
Erasmo Carlos + Arnaldo Antunes

2 de outubro
The Monomes + David Fonseca
Mutantes + Tom Zé
Titãs + Xutos & Pontapés
Marcelo Camelo + Convidado

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

LEMMY: DIO E RANDY ERAM BAIXINHOS MAS TINHAM MUITO CORAÇÃO

Jeb Wright do Classic Rock Revisited entrevistou recentemente o frontman do MOTÖRHEAD e ícone do rock, Lemmy Kilmister. Abaixo alguns trechos da conversa.

Classic Rock Revisited: Você realmente está ficando mais popular. Por que você acha que isso está acontecendo?

Lemmy: Parece que sim. É bom para a banda também, sabe. Está bem. É que eu estou velho demais agora para sair atrás de todas a mulheres envolvidas; o que é uma pena. Eu acho [que o diretor por trás do documentário "Lemmy"] fez um ótimo trabalho com o filme. Não foi showbiz demais e não foi tão comum. Os caras que fizeram o filme eram todos fãs, ou ao menos eram quando começaram o filme. Eu não sei se ainda são [risos].

Classic Rock Revisited: Você não é de falar muito, mas quando as pessoas te perguntam algo, você diz a verdade. Acho que as pessoas gostam disso.

Lemmy: Eu fiz entrevistas no passado e eles extraem tudo exceto as falas ultrajantes que são tiradas do contexto. Acho que isso é tão desonesto quanto uma pessoa dar uma entrevista ruim. Eu desprezo pessoas assim; eles não tem duas chances. É tudo uma sensação. É sempre bobagem. Quantas vezes pode um rock star passar dos limites com as drogas. Quantas vezes pode um rock star ser infiel a sua mulher? É realmente bem chato e é isso que eles fazem uma vez atrás da outra. Eles sempre imprimem a mesma merda.

Classic Rock Revisited: Nesse estágio da sua vida, olhando pra trás, o uso de drogas foi uma experiência positiva ou negativa?

Lemmy: Ambas. Eric Clapton compôs "Layla" quando ele estava fora de si. Mais tarde aquilo quase o matou. Você tem de tentar descobrir qual é o maior benefício e qual é a maior perda. Quase o matou; ele estava muito, muito mal por muito tempo mas ele superou isso. Muitas pessoas não superam porque eles não tem dinheiro para comprar as pessoas para cuidar delas. Muitas pessoas tem uma morte extremamente infeliz e solitária porque eles não tem as pessoas para cuidar delas e ajudá-las a superar tudo.

Classic Rock Revisited: Por que você sobreviveu?

Lemmy: Pura sorte boba. E também eu nunca usei heroína.

Classic Rock Revisited: Qual foi sua década favorita... 60, 70 ou 80?

Lemmy: Provavelmente a década de 60 porque quase não havia regras e a heroína ainda não tinha aparecido então as pessoas não tinham começado a morrer. Era um tempo otimista e nós quase mudamos o mundo. Acho que foi a melhor. Os anos 70 foram muito bons também. Eu tive sorte de estar no lugar certo na hora certa.

Classic Rock Revisited: Os BEATLES realmente influenciaram o MOTÖRHEAD?

Lemmy: Os BEATLES tiveram influência sobre todos. Eles mudaram a forma de você ver as coisas. Você tem de compreender que explosão incrível os BEATLES foram. Você realmente tinha de estar lá mas eu vou tentar de contar. Eles foram primeira banda a não ter um vocalista. Eles foram a primeira banda a compor suas próprias músicas na Grã-Bretanha porque nós apenas fazíamos cover de músicas americanas antes disso. Todos cantavam junto e a harmonia era ótima. Os BEATLES realmente mudaram tudo. Jornais na Inglaterra costumavam ter uma página inteira dedicada a o que os BEATLES tinham feito no dia anterior. Quando o George morreu, os guardas no palácio de Buckingham tocaram um medley de suas músicas durante a troca de guarda; esse tipo de coisa não é comum.

Classic Rock Revisited: O MOTÖRHEAD abriu para o Ozzy [Osbourne] na turnê "Blizzard Of Ozz". Sou um grande fã do Randy Rhoads. Como ele era de verdade?

Lemmy: Ele era um cara bom. Eu nunca consegui entender como ele era pequeno. Ele era tipo como o Ronnie James Dio, eles eram baixinhos mas eles tinham muito coração. Eu nunca acreditaria que aquela voz saía do corpo do Ronnie James. Era a mesma coisa com o Randy porque ele tinha mãos pequenas pois era pequenininho. Rapaz, como ele tocava guitarra. Ele se tornou um guitarrista ainda melhor depois que ele morreu. É um mistério bem notório que os guitarristas de repente ficam melhores quando morrem. Buddy Holly foi o primeiro. Stevie Ray Vaughan ficou sendo conhecido por muito mais pessoas do que quando ele estava vivo.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

MOTÖRHEAD: "OS BEATLES MUDARAM O JEITO DE SE VER AS COISAS"

Em entrevista à Classic Rock, Lemmy Kilmister comentou a importância dos Beatles em sua formação musical.

Qual sua década favorita?

Provavelmente os 1960s, pois quase não haviam regras e a heroína não tinha aparecido, então as pessoas não morriam. Era uma vibração incrível, quase mudamos o mundo. Os 1970s foram bons também. Tive sorte de estar no lugar certo na hora certa.

Você chegou a conhecer algum dos Beatles?

Cumprimentei George e Ringo, mas não acho que eles lembrariam de mim.

Eles influenciaram o Motörhead?

Os Beatles influenciaram todo mundo. Mudaram o jeito de se ver as coisas. É preciso compreender a incrível explosão que eles foram. Você precisaria estar lá, mas tentarei contar. Eles foram a primeira banda a não ter um vocalista principal. Foram os primeiros a escrever as próprias músicas na Grã-Bretanha. Antes os grupos apenas regravavam canções de artistas norte-americanos. Todos cantavam ao mesmo tempo e as harmonias eram ótimas. Os Beatles faziam as coisas de acordo com suas próprias cabeças. Os jornais ingleses dedicavam uma página inteira só contando o que eles tinham feito no dia anterior. Quando George morreu, os guardas do Palácio de Buckingham tocaram um medley de suas canções. Esse tipo de coisa nunca acontece.

MOTÖRHEAD

Motörhead é uma banda de rock inglesa, formada em 1975 pelo vocalista, letrista e baixista Lemmy Kilmister. É conhecida pelo seu peso e velocidade, que influenciou muitas bandas de heavy, thrash metal e punk rock (James Hetfield, líder da banda norte-americana Metallica, disse numa entrevista, que a sua principal inspiração quando formou o Metallica, foi o Motörhead).

BIOGRAFIA
O baixista Lemmy Kilmister começou na música ainda na década de 60, como roadie da banda de Jimi Hendrix. A sua estreia profissional no meio artístico daria-se com a banda de rock psicodélico Hawkwind que alcançou alguns hits na década de 70.

Mais tarde Lemmy viria a ser despedido dos HawKwind por ter sido barrado no aeroporto do Canadá por porte de drogas (na verdade se tratava de anfetamina). Lemmy não baixa os braços e decide então montar a sua própria banda com o baterista Lucas Fox e Larry Wallis, chamando esta nova banda de Bastards, mas em seguida mudando o nome para Motörhead (uma gíria americana usada por viciados em anfetaminas) que foi o nome de sua última contribuição para os HawKwind. Lucas Fox foi trocado por Phil ("Philthy Animal") Taylor que era um músico amador e amigo de infância de Lemmy. Depois da gravação do que seria o primeiro álbum, On Parole, que não chegou a ser lançado pela gravadora por ser considerado pouco comercial, decidem chamar um segundo guitarrista para a banda, "Fast" Eddie Clarke. Larry Wallis logo sairia da banda, que voltaria então a ser um trio.

O primeiro álbum (auto-intitulado) foi finalmente lançado em 1977 por uma gravadora pequena. Overkill, segundo álbum, foi o primeiro lançado por uma gravadora grande, em 1979, gerando o primeiro hit da banda, o cover "Louie Louie".

Com Bomber (1979) e Ace Of Spades (1980) a banda alcançou o grande público e teve relançada a gravação inédita do princípio de carreira, On Parole, que havia sido desprezada pelas gravadoras quando de sua gravação original.

Em 1982 o guitarrista original Fast Eddie abandonou a banda, sendo substituído por Brian Robertson (que havia tocado com o Thin Lizzy), que não esquentou lugar em virtude da péssima recepção por parte dos fãs (e por se negar a tocar algumas faixas antigas), sendo substituído por uma dupla de guitarristas, Mick Wurzel e Phil Campbell.

O baterista original Phil Taylor também foi substituído por Pette Gill nesta mesma época. Philty ficaria fora da banda por pouco tempo, voltando logo após a gravação do clássico Orgasmatron de 1986 (cuja faixa título foi regravada pelo Sepultura). Com seu baterista original gravariam os discos Rock 'n' Roll e 1916. Na tour de 1916 Philty novamente abandonou a banda, sendo substituído por Mikkey Dee, baterista da banda de King Diamond.

Em 1992 lançaram March ör Die, seu maior sucesso comercial, com participação do guitarrista Slash (Ex-Guns N' Roses) em diversas canções e uma parceria com Ozzy Osbourne na canção "Hellraiser" (também lançada por Ozzy no álbum No More Tears), presente no game Grand Theft Auto San Andreas e fartamente divulgada em rádios e MTV.

Após desentendimentos com a gravadora Sony lançaram Bastards (1993) por um pequeno selo germânico, tendo pouca repercussão, assim como os discos que se seguiram.

Após o lançamento do álbum Sacrifice o guitarrista Mick Wurzel abandonou a banda, que voltou a ser um trio.

O ano de 2000 é marcado pelo aniversário de 25 anos do Motörhead com um show na Brixton Academy, que vira álbum três anos depois. Em 2004, a banda grava o disco Inferno e segue em turnê pelo Reino Unido em parceria com o Sepultura. Um ano depois, o Motörhead ganha o Grammy na categoria Melhor Performance de Metal.

Nos anos seguintes o Motörhead grava mais três discos: “Kiss of Death” (2006), “Better Motörhead Than Dead: Live at Hammersmith” (2007) e “Motörizer” (2008).

A banda esteve presente no Rock in Rio, Lisboa em 30 de Maio de 2010.

Como prometido aos fãs, em 2010 eles voltam aos estúdios e gravam mais um álbum: The Wörld Is Yours.


Conheça melhor o trabalho do Motörhead

OZZY OSBOURNE: MENOS TECNOLOGIA E MAIS AMPLIFICADORES

O baterista Tommy Clufetos declarou ao podcast Talking Metal que Ozzy Osbourne já está trabalhando com a banda para o próximo álbum. “De repente ele aparece com idéias no backstage, no quarto do hotel ou nas passagens de som. Estamos trabalhando nisso lentamente, vamos ver o que o tempo nos trará”.

Quando questionado se Ozzy pensa em resgatar a sonoridade de trabalhos antigos, Tommy declarou: “Ele está pensando em retornar ao estilo clássico de uma banda de Rock. Algo como colocar todos em uma sala e executar as canções ao vivo. Algo com menos tecnologia e mais amplificadores".

sábado, 19 de fevereiro de 2011

"EU AMO SLASH MAIS QUE TUDO”, DIZ STEVEN ADLER

O repórter Mike Kerwick, do “NorthJersey.com” conduziu uma entrevista com Steven Adler, baterista original do Guns n’ Roses, que falou sobre sua luta contra a dependência de drogas, seu livro e sobre Axl e Slash.

Enquanto seu ônibus da turnê passava por Montana, Steven Adler tirou um momento para refletir. Ele geralmente tenta não olhar para trás, não quando seu passado é uma página virada, que mistura glamour e perigo.

Mas Adler, baterista original do Guns n’ Roses, lançou um livro que oferece uma deslumbrante visão de sua vida – boa, ruim e cheia de feiúra. Adler visitará Ridgewood, em Nova Jersey, na quarta-feira para autografar cópias do “My Appetite for Destruction: Sex & Drugs & Guns n’ Roses”.

Ele passou alguns minutos no telefone conosco, falando sobre o livro.

North Jersey: Você escreveu na introdução do livro: “as pessoas adoram acidentes de trens”. Isto (o livro) é uma estória sobre um acidente de trem?
Steven Adler: Um acidente de trem muito bem sucedido. Se você vai fazer algo, faça bem feito. Definitivamente foi um enorme acidente de trem. Claro que não começou assim, mas quando você usa drogas e bebe e sai com as pessoas erradas, está sujeito a se tornar um acidente.

NJ: O livro tem algumas revelações chocantes, incluindo uma passagem no qual você sugere que foi estuprado. Quão difícil…
AS: (Interrompendo a pergunta) Não, Não. Eu não fui estuprado. Isto não está lá, está?

NJ: Você disse que não queria entrar em detalhes no livro, mas falou que tinha um cara, e tinham mais dois caras… Talvez você possa esclarecer…
AS: Agora que você está me trazendo velhas lembranças, ficarei deprimido num Segundo.

NJ: Você disse: “Nós chegamos num lixo de apartamento minúsculo. Tinham um outro cara por lá, só que ele aparentava ter uns 40 anos. Um completo perdedor maltrapilho. Logo de cara, me senti apreensivo. Algo não estava certo. Este cara”…
SA: (Interrompendo novamente) Cara, sim. Agora acho que estou deprimido. Sim, claro, agora que você mecionou… Acho que foi uma daquelas lembranças que eu tento esquecer. Mas agora que você trouxe de volta, eu vou chorar. Muito obrigado (risos).

NJ: Foi duro para você incluir isto (no livro)?
SA: Você é jovem. Você mora em Hollywood. E coisas como esta acontecem. Você nunca espera que uma coisa desta aconteça. É algo que eu tive que aceitar e me fortalecer.

NJ: Axl Rose sempre foi uma das figures mais polarizadoras do Rock. Na página 98, você escreveu: “De todos nós, Axl parecia ser o mais careta”. Eu acho que isto irá surpreender algumas pessoas. Axl era realmente o membro mais calmo da banda?
SA: Quando se tratava de drogas e brigas e coisas do tipo, ele definitivamente tinha alguns problemas. Ele apenas ficava sempre lá. Ele era o cantor e ele realmente se importava em como iria aparecer e como iria soar… era muito importante para ele. Quando gravamos o “Appetite”, ele cantou palavra por palavra. Ele se importa muito, eu sei disto.

NJ: Quando você ouve o nome de Axl agora, quais são os primeiros sentimentos que aparecem em sua cabeça?
SA: Um superstar por quem sou grato por ter conhecido e por ter feito parte de minha vida.

NJ: E quando você ouve o nome de Slash?
SA: É uma honra ainda sermos amigos. Eu o amo mais do que tudo. Eu liguei para ele quando fui fazer o “Dr. Drew Celebrity Rehab” (Nota do tradutor: reality show norte Americano, que mostrava celebridades em reabilitação com o médico Dr. Drew). Eu disse ao Dr. Drew que achava não ser capaz de atingir as metas que tinha seu tivesse a oportunidade de falar com Slash e me desculpar com ele. Eu me desculpei com todos os caras. Por 20 anos eu os culpei por minha queda. E eles não tinham nada a ver com isto.

NJ: No livro você aponta a ironia de uma banda glorificando o uso de drogas, e demitindo seu baterista por causa de seu abuso de drogas. Você ainda está ressentido com relação a como as coisas terminaram entre você e a banda?
SA: Não mais. Seria muito legal se pudéssemos fazer uma reunião com nós cinco. Seria ótimo, mas não estou contando com isto. Já se passou muito tempo. Tenho que cuidar de mim mesmo. Se quero ser bem sucedido, não posso depender de ninguém além de mim mesmo.

NJ: Em certa parte você escreveu sobre um incidente em que seu lábio partiu, seus dentes quebraram e o chão ficou coberto de sangue.
SA: Ah, quando tive um derrame.

NJ: Yeah. Então você vai para o hospital e ainda quer se drogar. Este foi um dos momentos mais baixos?
SA: Foi definitivamente um ponto baixo em minha vida. Assim que as convulsões pararam, eu voltei a fazer tudo novamente. Eu definitivamente estava tentando me matar. Mas tenho que dizer que Deus ou Satã, seja lá quem controle tudo, tomou conta de mim.

NJ: Há quanto tempo você está limpo agora?
SA: Bem, já são dois anos e meio desde que começou o lance do Dr. Drew, e eu tive duas recaídas… Não sei, há uns cinco meses.

NJ: Algumas pessoas podem querer saber o que faz desta vez ser diferente?
SA: Desta vez eu tenho metas, tenho sonhos que quero realizar. E eu sei muito bem que de forma alguma serei capaz de realizar esses sonhos e metas se estiver usando drogas.

NJ: Apenas como pressentimento: nós um dia veremos a formação original do Guns n’ Roses no palco novamente?
Eu adoraria mais que tudo que isto acontecesse. Mas como eu disse antes, não posso contra com isto. Eu tento contar com isto, mas após 25 anos não posso mais. Eu desperdicei muito tempo em minha vida. Eu quero muito mais, muito mais felicidade do que tive no passado.

OZZY OSBOURNE: SOU O RATO DE LABORATÓRIO QUE SOBREVIVEU

Gary Graff, do The Macomb Daily, entrevistou recentemente o lendário cantor de heavy OZZY OSBOURNE. Seguem trechos da conversa:

Sobre estar aproximadamente há 45 anos no rock and roll:

Ozzy: "De tudo que eu fiz e por que passei, eu sou um cara muito sortudo por não estar a sete palmos debaixo da terra, sabe? Eu sou tipo o rato de laboratório que sobreviveu."

Sobre sua coluna semanal referente a saúde, "Ask Dr. Ozzy" (pergunte ao Dr. Ozzy, em tradução livre), para o jornal britânico Sunday Times, que é ocasionalmente registrada pela revista Rolling Stone e que deve ser compilada para seu próximo livro:

Ozzy: "Não é sério. Quero dizer, eu sou a última pessoa a quem pedir ajuda. Eu não sou médico. Eu não sei do que estou falando na maior parte do tempo... Mas muito do que eu falo é basicamente senso comum. Eu sei que quando você está num buraco você quer que alguém o ajude a sair dali, e é muito difícil, para muitas pessoas, pedir ajuda. Então se eles sentem que podem me pedir ajuda e que eu posso dar a alguém alguma informação, talvez eu possa ajudar, sabe?"

Sobre o sucesso do reality show da MTV "The Osbournes", que foi ao ar de 2002 a 2005, e do fracasso do show de variedades "Osbournes: Reloaded" em 2009:

Ozzy: "Eu nunca digo nunca [sobre fazer outro programa de TV], mas tenho de ser honesto: eu não sou muito ligado a TV. Aquela coisa do 'Reloaded', eu não queria fazer aquilo desde o princípio. Quando acabaram com o programa, graças a Deus, eu fiquei feliz com aquilo"

"Eu não sou o cara da televisão, sabe? Minha coisa é a música e o rock 'n' roll. Eu sempre me surpreendi porque o 'The Osbournes' deslanchou, pra começo de conversa. Eu ainda, pra ser honesto, não entendo como aconteceu daquele jeito. E as pessoas não faziam ideia de que eu estive envolvido com rock 'n' roll a minha vida inteira. Eles me paravam na rua e diziam 'O que você está fazendo agora?' 'Ah, eu estou fazendo meu rock 'n' roll.''Ah, você está fazendo isso também?'"

"Me impressionou que as pessoas só me conheciam por conta do programa. Eu não gosto disso."

Sobre seu novo álbum, "Scream":

Ozzy: "Sabe, ao longo da minha carreira as coisas mais memoráveis que fiz vieram do nada. No álbum 'Scream' eu não disse 'Eu quero que o som seja assim. Eu quero que o som seja assado.' Eu posso ouvir o SABBATH. Eu posso ouvir meu trabalho solo. Eu posso ouvir coisas contemporâneas."

"Sendo o Ozzy Osbourne, você fica muito limitado ao que pode explorar. Se você tentar ser esperto demais, as pessoas dirão 'Oh, tá soando progressivo demais.' Quero dizer, eu não conseguiria ser progressivo se eu tentasse. Mas as pessoas gostam que o Ozzy soe de uma certa maneira, então é isso que temos dado a elas."

JOURNEY: TRÊS SETORES ESGOTADOS PARA SHOW EM SÃO PAULO

Journey: três setores esgotados para show em São Paulo

A procura de ingressos para o primeiro show do JOURNEY no Brasil continua intensa. Marcada para o dia 30 de março, na Via Funchal, em São Paulo, a apresentação já teve três setores esgotados: Mezanino Central, Mezanino Lateral e Camarote. Ainda restam entradas para Pista e Pista Premium.

A formação da banda que vem ao país conta com Arnel Pineda (vocal), Neal Schon (guitarra), Ross Valory (baixo), Deen Castronovo (bateria) e Jonathan Cain (teclado).

Serviço: JOURNEY no Brasil
Data: 30 de março
Horário: 22h
Local: Via Funchal - Rua Funchal, 65

Pista Premium: R$ 250
Pista: R$ 150

sábado, 12 de fevereiro de 2011

ADAPTAÇÃO DE CLÁSSICOS DO HEAVY METAL PARA VIOLA CAIPIRA

A dupla Ricardo Vignini e Zé Helder provou que heavy metal tem tudo a ver com moda de viola. Os dois violeiros são integrantes da banda Matuto Moderno e professores de viola. Para prender a atenção dos alunos que só queriam saber de guitarras distorcidas, eles passaram a adaptar músicas de bandas como Led Zeppelin, Metallica, Iron Maiden e Nirvana para a viola caipira. "Era um jeito de catequizar os moleques. A coisa foi tomando corpo e, em pouco, tempo já tínhamos um vasto repertório", explica Ricardo Vignini.

O projeto, que começou despretensiosamente em 2007, deu origem ao CD "Moda de Rock", lançado agora pelo selo Folguedo. O disco fez tanto sucesso que a tiragem de 1 mil cópias já se esgotou. "Já mandamos prensar mais 1 mil", avisa Vignini. O álbum vem com 11 músicas. "In the Flesh", do Pink Floyd, por exemplo, virou uma valsinha nas mãos de Vignini e Zé Helder. Já "Aces High", do Iron Maiden, e "Master of Puppets", do Metallica, ganharam uma levada de pagode de viola. O repertório conta ainda com Beatles, Jimi Hendrix, Megadeth, Sepultura, Jethro Tull e Ozzy Osbourne. "O público do heavy metal é igual ao da moda de viola. Ambos são radicais e colecionadores", analisa Vignini. "O disco está chegando primeiro na mão da molecada do heavy metal, que é mais antenada com a internet".

O violeiro-metaleiro Vignini não se preocupa com possíveis críticas de que estaria profanando a viola com músicas de heavy metal. "Nunca rolou essa profanação. Acho que o ponteado do Tião Carreiro tem a mesma energia que um solo do Jimi Hendrix. Não separo esse tipo de coisa."

"Moda de Rock" foi masterizado nos estúdios de Abbey Road, em Londres, onde Beatles e Pink Floyd já gravaram. A escolha do repertório foi feita a partir das canções que marcaram a adolescência de Vignini. "Tem tanta música que já estamos pensando em fazer um Moda 2", diz. O músico, no entanto, alerta que, ao adaptar para a viola, é preciso abrasileirar os ritmos. "O caboclo da roça, que nunca ouviu heavy metal, vai achar que está ouvindo uma moda de viola mais elaborada".

"Moda de Rock" é um álbum em que os clássicos do heavy metal viram moda. Mas o contrário - transformar o modão em rock - já foi feito pelo próprio Vignini. Esse som pode ser conferido em outro disco, "Empreitada Perigosa", em que ele e Zé Helder, junto com a banda Matuto Moderno, deram uma roupagem rock a modas de viola. Uma miscelânea para ninguém botar defeito. As informações são do Jornal da Tarde.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

THIN LIZZY

Thin Lizzy foi uma banda de hard rock da Irlanda, formanda em Dublin no ano de 1969. A banda foi liderada, ao longo de sua carreira, pelo cantor e compositor Phil Lynott, e são conhecidos por hits como "Whiskey in the Jar", "Jailbreak" e "The Boys Are Back in Town", todos sucessos internacionais tocados regularmente em estações de rádio especializadas em hard rock e rock clássico. Após a morte de Lynott, diversas encarnações da banda surgiram ao longo dos anos, que culminaram numa formação mais estável baseada em torno dos guitarristas Scott Gorham e John Sykes. Sykes abandonou a banda em junho de 2009.

Como líder do Thin Lizzy, Lynott compôs ou co-compôs a maior parte das canções da banda. Também foi um dos poucos negros a conseguir algum sucesso significativo no hard rock. Além de ser multirracial, a banda também se notabilizou por recrutar membros em ambos os lados da fronteira irlandesa, e das comunidades católica e protestante da ilha. Sua música reflete uma ampla gama de influências, incluindo a country music, o rock psicodélico, a música irlandesa e a música tradicional folclórica daquele país; porém é classificada geralmente como hard rock ou, por vezes, heavy metal. A revista Rolling Stone descreveu a banda como "distintamente hard rock", "muito distante da matilha zurrante de meados da década de 70".

John Dougan, crítico do site Allmusic, escreveu que "como a força criativa da banda, Lynott era um compositor mais inteligente e perspicaz que muitos de sua classe, preferindo os dramas de amor e ódio cotidianos da classe operária, influenciado por Bob Dylan, Van Morrison, Bruce Springsteen e virtualmente quase toda a tradição literária irlandesa." Van Morrison, Jeff Beck e Jimi Hendrix foram grandes influências durante o início da banda, e entre as influências posteriores estão os artistas americanos Little Feat e Bob Seger. Em maio de 2010 foi anunciado pelos remanescentes do thin lizzy um retorno com uma nova formação para 2011.

HISTÓRIA

Em 1970, assinaram com o selo Decca, onde lançaram três albuns e uma série de compactos. Nos dois primeiros álbuns, Thin Lizzy e Shades of Blue Orphanage, o estilo ainda era centrado em uma mistura de folk e blues. No terceiro álbum, Vagabonds of the Western World, eles optaram por um som mais pesado. Conseguiram colocar nas paradas de sucesso os singles "Whiskey in the Jar" e "The Rocker". A banda começava, enfim, a ter sucesso.

Em 1973, Eric Bell deixou a banda e foi substituído, temporariamente, por Gary Moore, amigo de muitos anos de Phil Lynott. Trocaram o selo Decca pelo Vertigo. O escocês Brian Robbertson e o americano Scott Gorhan assumiram as guitarras. O Thin Lizzy estava pronto para decolar.

Gravaram Nigh Life (1974), Fighting (1975) e estouraram para o mundo com o album Jailbreak em 1976. Seguiram-se os álbuns Johnny the Fox e Bad Reputation, ambos de 1977. O Thin Lizzy já era reconhecido como um super-grupo.

Em 1978, veio a consagração definitiva: foi lançado o álbum Live and Dangerous, considerado até hoje um dos melhores "ao vivo" de todos os tempos. Brian Robbertson deixou o grupo. Mais uma vez, Gary Moore foi chamado. Com esta formação, gravaram o álbum Black Rose em 1979. O sucesso continuou.

O ano de 1980 chegou e a banda começou a ter problemas. Phil Lynott começou a se afundar nas drogas. Gary Moore deixou a banda e foi substituído por Snowy White, "ex-sideman" do [[Pink Floyd]. Phil lançou o álbum solo Solo in Soho. O Thin Lizzy gravou o álbum Chinatown.

Lançaram, em 1981, o álbum Renegade. Darren Wharton, que tocou como convidado no disco anterior, assumiu os teclados como efetivo. Snowy White deixou a banda.

Em 1982, Phil Lynott lançou mais um álbum solo, The Phil Lynott Album. John Sykes, ex-Tyger of Pan Tang, assumiu uma das guitarras. Gravaram o último álbum de estúdio, Thunder and Lightning. Phil estava perdendo a luta para as drogas.

FIM DA BANDA

Em 1983, o Thin Lizzy fez a sua turnê de despedida com a participação dos membros anteriores, menos Snowy White. A turnê foi registrada no álbum Live Life. O Thin Lizzy não existia mais.

Phil Lynott ainda tentou continuar na ativa. Montou a banda Grand Slam, com o ex-baterista do Thin Lizzy, Brian Downey. O projeto não foi adiante. Em 1985, Phil e Gary Moore excursionaram juntos. Phil estava doente.

Em 04 de Janeiro de 1986, Philip Parris Lynott, negro, filho de pai nascido na Guiana Britânica (atual Guiana) e mãe irlandesa, morreu de complicaçães de saúde derivadas do uso contínuo de drogas pesadas. Para homenagear Phil Lynott, sua música e sua poesia, existe na Irlanda a Fundação Roisin Dubh (Black Rose, em gaélico), mantida por sua mãe, Philomena Lynott. Anualmente, no dia da morte de Phil, 04 de Janeiro, acontece um espetáculo em sua homenagem, o Vibe For Philo, com a presença de antigos membros do Thin Lizzy, bandas covers e convidados.

RETORNO

Em 1996 John Sykes decidiu reativar o Thin Lizzy, apresentando-se em um tributo a vida e trabalho de Phil Lynott. Na ausencia de Lynottde, Sykes assumiu o papel de vocalista principal e convenceu Scott Gorham, Brian Downey and Darren Wharton a retornarem a formação. Para completar, Marco Mendoza seguiu no lugar de Lynott como baixista. A banda foi criticada por utilizar o nome Thin Lizzy sem a presença de Lynott, mas a banda tocou apenas as antigas musicas da banda, sem compor nenhum material novo.

Em 2010 a banda anunciou uma nova formação do grupo, que deixa de ser um quinteto e passa a sexteto. Para substituir John Sykes, entram o guitarrista Vivian Campbell e o vocalista Ricky Warwick, além da volta do baterista original, Brian Downey, o guitarrista Scott Gorham, o tecladista Darren Wharton e o baixista Marco Mendoza. A estréia da nova formação está prevista para 2011, no dia 6 de janeiro, na cidade de Aberdeen, na Escócia
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IRON MAIDEN: CLÁSSICOS RESGATADOS PARA SHOW DE MOSCOU

Em entrevista o vocalista do iron maiden revela algumas musicas que vão ser tocadas logo mais (11/fev), entre outros tópicos. Confira.

Iniciar a turnê em Moscou foi idéia da banda ou simplesmente dos agentes de shows?

Apareceu naturalmente a idéia de começar em algum lugar da Turquia ou do Oriente Médio, mas alguém disse: "Moscou!" E nós decidimos que seria muito legal. Eu entendo, está muito frio agora. Bem, vamos começar com um lugar frio e nos mover cada vez mais para climas mais quentes.

Vocês raramente mudam a ordem das músicas ao vivo na mesma turnê. O setlist para você é algo intocável, como uma tragédia grega?

Bem, nesta parte da turnê teremos uma série de alterações em relação aos concertos do verão passado. Começamos a turnê antes do álbum The Final Frontier sair, e nós tocamos apenas uma música dele. Então, nós aumentamos o número de novas canções no show para quatro. Agora vamos acrescentar mais alguma coisa do material antigo, como "The Trooper" e "2 Minutes To Midnight".

Pode falar algumas palavras sobre a banda de abertura do show do Iron Maiden em Moscou?

É uma banda de jovens britânicos. Eles foram a melhor banda estreante de 2010 segundo a revista Kerrang! E a melhor banda nova britânica eleita em uma enquete da revista Metal Hammer. Durante a pesquisa da Metal Hammer 400.000 pessoas votaram neles. Atenção: esses caras tem apenas 20 anos! E eles não têm contrato com nenhuma gravadora no momento! Aqui está o que a internet... você sabe? Neste setor tudo se tornou mais democrático. Tudo é decidido pelos fãs. Você simplesmente coloca suas músicas no site, e se você for bom, você está livre de muitos problemas.

Depois de Moscou vocês terão um longo caminho - Cingapura, em seguida Indonésia. Você está pronto para ele como piloto?

Eu só tenho a dizer que não é sempre que eu piloto o avião na turnê. Nós temos três pilotos. Eu não fico no comando, se temos, por exemplo, um show na noite anterior. É necessário tempo também para descansar às vezes.

No filme "Flight 666" em sua turnê anterior vimos que mesmo cavalheiros galantes, como os do Iron Maiden, na América do Sul, por exemplo, precisavam de cilindros de oxigênio nos bastidores...

Se você olhar atentamente para o filme, verá exatamente que eu não precisava de oxigênio.

Bruce Dickinson tem um programa especial de treinamento físico?

Nada sobrenatural. Agora, antes da turnê, exercícios no período da manhã. Apenas o suficiente para ficar em boa forma.

Durante seu último show em Moscou, tivemos a impressão de que você tem familiaridade com kung fu.

As pessoas confundem, tive aulas de boxe, kung fu, mas - não. Esses são meus movimentos, são sugestivos de kung fu, mas provavelmente foram roubados da esgrima.

Para esta turnê, vocês atualizaram o seu Eddie de alguma forma?

Junto com o nosso velho Eddie, se não surgir outro... Ele é menor, porém mais flexível, com câmeras de vídeo nos olhos, as imagens são transmitidas para os telões. Então você pode assistir o show através dos olhos de Eddie.

Em um programa de TV vimos que você já dominou o tanque T-34 soviético. Quais suas impressões?

Eu sou um fã dos tanques, e desde minha infância. Eu ainda estou estudando fazendo um grande trabalho sobre a história dos tanques. O T-34 é, sem dúvida, um dos maiores, as máquinas mais inspiradoras desde a Segunda Guerra Mundial. O que já consegui, tinha estado em serviço com o exército polonês. Uma máquina soviética típica da época. Um pouco rústica... mas de confiança.

Uma curiosidade, você nunca falou sobre história militar com Lemmy Kilmister do Motörhead? Você e ele devem ter um monte de interesses em comum...

Com Lemmy? Lemmy é obcecado por coisas associadas com ao nazismo. Eu não acho que ele está pronto para compartilhar sua paixão, sob qualquer forma. Eu me recolho aos livros sobre aviação e esgrima... mas não relíquias militares. Eu apenas mantenho minhas medalhas e faço aeromodelos.

WACKEN OPEN AIR 2011: INGRESSOS ESTÃO ESGOTADOS

Pelo sexto ano consecutivo, o Wacken Open Air (possivelmente, o mais famoso festival de heavy metal do mundo) teve seus ingressos esgotados com meses de antecedência. Milhares de headbangers de todo o mundo são esperados na pequena cidade de Wacken, que fica ao norte da Alemanha.

O evento acontece no primeiro final de semana de agosto, do dia 4 a 6. Algumas das bandas escaladas para tocarem esse ano são AIRBOURNE, AVANTASIA, BLIND GUARDIAN, CHILDREN OF BODOM, CRADLE OF FILTH, ICED EARTH, KREATOR, MOTÖRHEAD, JUDAS PRIEST, OZZY OSBOURNE, SEPULTURA, entre outras.

Para mais informações, visite o site oficial do Wacken Open Air:
http://www.wacken.com

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

COMEÇAM PREPARATIVOS PARA O ABRIL PRO ROCK 2011

As reuniões da curadoria do Abril Pro Rock já começaram! O idealizador e produtor do festival, Paulo André Pires, junto com o jornalista Bruno Nogueira e o produtor Guilherme Moura se encontram periodicamente no escritório da Astronave Iniciativas Culturais para conversar sobre formato, atrações e ações para o próximo ano e, também, para 2012, quando o APR completa 20 anos de história.

Ainda tem pouco para ser adiantado no momento. A principal notícia agora é que o APR Club, sucesso da edição 2010, vai continuar e assumir um caráter itinerante. O Abril Pro Rock vai avançar em direção ao interior do estado, levando uma programação especial para o público que não pode ir até Recife curtir o festival. O formato, por enquanto, permanece o mesmo: dois ou três shows por noite e, nessa nova investida, abrindo espaço também para as bandas que residem fora da capital.

A curadoria já tem uma lista de nomes locais e nacionais que seriam interessantes para o festival em 2011 e já começaram a chegar propostas de atrações internacionais. Mesmo assim, todos os canais estão abertos! A produção está atenta ao público em todas as redes sociais, portanto se você tem sugestões – de banda, formato ou o que seja – pode entrar em contato via Orkut, Facebook, Twitter, Flickr, Fotolog ou simplesmente mandando um email. O festival é feito para vocês, portanto nada mais justo que contar com sua colaboração!

MISFITS DIVULGA SHOW NO ABRIL PRO ROCK 2011

Está no site oficial da banda Norte Americana Misfits as datas da turnê pelo Brasil. A primeira data é no dia 15/04 no festival Abril pro Rock. Além do Recife, a banda também toca em São Paulo na Virada Cultural e mais uma cidade a confirmar.

O festival Abril pro Rock no momento têm as bandas:
D.R.I. (EUA)
Misfits (EUA)
Violator (DF)
Musica Diablo (SP)
Facada (CE)
Torture Squad (SP) – a confirmar
Misfits é uma banda dos EUA que toca Punk Rock e Horror punk. A banda foi formada em 1977 com o ex-vocal Glenn Danzig, sua música não se limita ao punk e sofre grande influência do metal.
Músicas simples e rápidas que logo fizeram com que o The Misfits fosse classificado como uma das bandas precursoras do movimento punk e portanto uma grande influência de bandas que vieram a seguir.
Outras características dos Misfits são criar canções violentas e românticas ao mesmo tempo e satirizar discos antigos ou discos de histórias infantis. Os seus vinis eram sempre coloridos e impressos em 7 ou 12 polegadas.

A banda atualmente é formada por:
Jerry Only – Vocal e Baixo
Dez Cadena – Guitarra e Vocal de apoio
Roberto Valverde - (ROBO) – bateria

ANDRÉ MATOS: A ATUAL FASE DE SUA CARREIRA E O SYMFONIA

Depois de um momento com muito trabalho, o vocalista Andre Matos vem a público compartilhar as novidades relativas à banda Andre Matos Solo, o futuro da mesma e o projeto com a nova banda Symfonia.

Antes da gravação do álbum “Mentalize”, no ano de 2009, Andre Matos e banda concluíam, no Brasil e no exterior, as apresentações da turnê Time To Be Free. "Mentalize foi concebido em tempo recorde. Emendamos uma turnê à outra e realizamos inúmeros shows e festivais até o final de 2010", comenta o vocalista.

Nesse meio tempo, o baixista Luis Mariutti se afastou por tempo indeterminado, em razão de motivos pessoais e profissionais. Segundo Andre Matos, "após longas conversas, concordamos em encontrar juntos um substituto, o baixista Bruno Ladislau, que se uniu à banda e finalizou a agenda de shows com perfeição". Durante a memorável apresentação no Furia Festival, no último mês de outubro, ambos os músicos subiram ao palco em sinal de confraternização.

Recentemente, o tecladista Fábio Ribeiro também expôs seus novos planos de carreira e a intenção de se dedicar exclusivamente aos próprios projetos.

Andre Matos esclarece: "Neste momento, gostaria de deixar claro a todos, acerca dos rumores sobre um suposto fim da banda Andre Matos Solo: a banda simplesmente não vai deixar de existir. Sempre insisti nesse aspecto". E completa: "Os episódios recentes foram amigáveis. Entendo que fatores pessoais ou profissionais sejam determinantes na tomada de decisões... e também na busca dos próprios sonhos, que deve ser vivida. Nunca houve exclusividade entre os músicos da banda; todos têm seus projetos e bandas paralelas, e estão livres para se dedicarem aos mesmos. No momento em que estes se tornam prioridade, há a liberdade total de optar", confirma o artista.

Quanto aos próximos passos: "Estamos traçando os planos para o primeiro e segundo semestres de 2011, e anunciaremos as novidades no momento oportuno. Em relação aos demais membros, estes seguem na banda. As questões relativas ao lineup foram imediatamente solucionadas, e estamos prontos para dar sequência ao trabalho", conclui.

Sobre a banda Symfonia, Andre Matos conta: "Tudo começou como um projeto... Timo Tolkki e eu nos conhecemos há mais de 12 anos. Nos admiramos musicalmente desde quando excursionamos juntos."

Andre Matos atualmente vive na Europa, fazendo escalas periódicas no Brasil. "Este foi, talvez, um fator determinante para que nos encontrássemos depois de mais de uma década e começássemos a compor juntos... O material evoluiu a uma dimensão além do que imaginávamos. O lineup da banda também surpreendeu. Durante os últimos meses, nos dedicamos à composição e gravação do álbum de estreia do Symfonia. Após o lançamento, excursionaremos por todo o mundo."

Andre também deixa claro que Andre Matos Solo e Symfonia irão coexistir: "É uma simples questão de organização de agendas, seja em relação a turnês ou a gravações. Haverá momentos de maior envolvimento com um ou outro trabalho, além de eventuais participações em outros projetos, o que já venho fazendo ao longo de toda a carreira. Não considero nenhum deles como sendo auto-excludente."

Para finalizar, Andre Matos saúda os amigos e fãs: "Espero ter esclarecido o momento atual. Prevejo um grande ano para todos nós, durante o qual, certamente, nos encontraremos em algum canto do planeta!"

Andre Matos Assessoria de Imprensa, fevereiro de 2011.

DAVI ELLEFSON: "OS FÃS VÃO PIRAR COM O NOVO ÁLBUM"

O site Dose of Metal entrevistou David Ellefson, onde ele comenta sobre sua volta, novo álbum e o Big Four. Confiram:

David voltou ao Megadeth há um ano, e o que ele tem feito desde então? Humm, não sei, talvez detonando com tudo ao redor do mundo e escrevendo um novo álbum com o Megadeth.

Mas o que ele espera do novo álbum e o que ele acha do Endgame e ele me viu no meio da galera no show de Sofia? Só há um jeito de descobrir.

Senhoras e metalheads... Minha entrevista com David Ellefson!


Dose Of Metal: Sei que estou atrasado mas tenho que dizer...Cara, é bom te ver de volta no Megadeth. Como é estar de volta, especialmente agora que já faz um ano?

David Ellefson: Muito obrigadoh! É bom estar de volta e o ano não poderia ter sido melhor. Coisas grandes, monumentais aconteceram dentro do estilo e estou feliz de estar celebrando com essa tribo.

DoM: Também tenho que perguntar... O que você acha dos álbuns do Megadeth sem você, especialmente o Endgame?

DE: Endgame é muito bom e acho que tem coisas legais nele. Gosto do dueto com a Christina Scabbia em "A Tout Le Monde" do United Abominations e tem coisa legais no “The System Has Failed”, também.

DoM: Falando nisso, como andam as coisas com o novo álbum e o que os fãs podem esperar dele?

DE: Está indo muito bem e acho que os fã vão pirar com ele. Tem alguns riffs e ganhos clássicos e um clima excelente nesse processo todo. Eu gosto de estarmos trabalhando nisso em meio a shows ao invés de parar depois de um ano para compor. Essas folgas são necessárias as vezes mas isso pode te afastar de todo o clima. Nesse momento estamos em um clima tão bom que a energia da estrada ajuda a alimentar o processo de gravação.

DoM: Fico extremamente irritado quando as pessoas escrevem "Megadeath" na internet. Vocês também se irritam ou será que eu deveria sair mais de casa?

DE: Acho que isso é um modo de saber se alguém é fã ou apenas um jornalista trabalhando.

DoM: Como é estar numa banda que tem tanta influência? Quando você escuta riffs similares, de uma nova banda, por exemplo... Você pensa "Nossa, que honra" ou "Malditos ladrões!!"?

DE: É engraçado, mas eu nunca ouvi ninguém plagiando diretamente, apesar de as vezes sermos creditados como influência para vários artistas novos. Talvez eu esteja perto do nosso som para pode discernir de outras pessoas.

DoM: "The Big Four" costumava ser um apelido, agora é uma marca. Você tem medo que isso crie outras variações como o "The Big Four do Nu-Metal" ou, Deus me livre, "The Big Four do Hip-Hop"?

DE: A verdade é que NENHUM outro cenário possui quatro líderes do gênero. Na maioria dos casos há uma banda que é claramente a líder e o resto foram seguidores, nenhum inovador de verdade. Esse não é o caso com o 'The Big Four' porque todos nós ajudamos a criar o estilo. E o mais importante, nós reconhecemos isso e respeitamos as contribuições dos outros ao estilo, e assim trabalhamos juntos para o bem como do gênero.

DoM: Você fez uma turnê nos Estados Unidos juntamente com o Anthrax e Slayer, antes disso vocês fizeram sete shows com o Big Four e terão três mais esse ano. Como se sente fazendo turnê com essas bandas?

DE: É bom estar de volta em casa com esses caras porque todos surgimos juntos. Cada um tem o seu corner no ringue no qual somos conhecidos, mas quando nos juntamos um evento fantástico surge

Slayer e Megadeth começaram a tour "Clash of the Titans" na Europa no fim dos anos 90, que continuou com Anthrax na América do Norte em 91 e essas tours agora constam nos livros de história do Thrash, que cria esse mito de proporções lendária no Thrash Metal. É como se fizesse parte do nosso trabalho ficar explicando isso aos fãs, especialmente para os mais jovens que não puderam assistir esse shows no passado.

DoM: Houve algumas rixas entre as bandas no passado, houve algum mal estar no backstage?

DE: Desta vez foi "tudo bem". Acho que todos chegamos ao topo em nossas carreiras durante a nossa caminhada, então não precisamos nos sentir ameaçados mais com esse tipo de coisa.

DoM: Um show tão épico quanto o da Bulgária geralmente acontece em Londres ou Berlin. Como foi acontecer em Sofia ao invés de outras grandes cidades da Europa?

DE: Pessoalmente, eu nunca tinha ido à Bulgária antes então foi emocionante fazermos lá. Na verdade foi um conceito bem bacana termos feitos os shows iniciais no extremo leste Europeu. Há algo encantador naquela região, seu povo e sua história e do interesse dos fãs, especialmente porque somos quatro bandas dos Estados Unidos.

DoM: Eu fui ao show de Sofia, e em outro show do Big Four. Você me viu na plateia?

DE: Bem, havia cerca de 70.000 pessoas então não consegui te encontrar na multidão.

DoM: Eu consigo me ver naquela foto épica de todos vocês no palco. Creio que você e eu erámos o caras mais bonitos lá. Concorda?

DE: Acho que isso depende da sua definição de bonito...

DoM: Falando de "Am I Evil," porque você fizeram apenas uma vez jam juntos?

DE: Acho que fizemos APENAS uma para tornar ainda mais legal, especialmente para a filmagem de todo o evento. Quem sabe o que faremos depois, mas aquilo foi um momento único para todos nós.

DoM: Minha ideia de show épico do Big Four seria as quatro bandas fazendo um medley juntas de todas as suas músicas mais famosas. Você chegaram a pensar nisso?

DE: Engraçado, meu filho disse a mesma coisa essa semana. Talvez aconteça algo...

DoM: O show americano do Big Four foi anunciado no Facebook, o que você acha da indústria da música na internet nos dias de hoje com o iTunes, YouTube, Facebook, Twitter, etc...?

DE: Megadeth se uniu à internet desde o primeiro dia e esse é o jeito que claramente todos fazemos as coisas no nosso dia a dia. Temos que encarar, não estaríamos fazendo esta entrevistas se não fosse pela internet então devemos todos ficar felizes, minha opinião.

DoM: Para mim, ir até uma loja e comprar o CD e levar para casa, depois tirar o plástico ansiosamente e ler o encarte enquanto a primeira música está rolando não poderá ser substituido pelo ato de clicar no botão Comprar em um site. Você acha que as gerações futuras sentirão a falta desse simples prazer, ou não importa contanto que a música seja boa?

DE: A verdade é que sinto falta disso também. Mas, eu também posso ir no iTunes a qualquer momento e comprar exatamente o que eu quero e receber na hora! Em vários aspecto a internet deixou a vida mais divertida e muito mais produtiva.

Mas devo admitir que baixar o PDF do encarte de um CD não é a mesma coisa que segurá-lo fisicamente nas suas mãos e ler enquanto as músicas tocam. Gosto de olhar as capas dos nosso CDs quando eu os escuto porque me traz várias lembranças. Puxa, até o cheiro de um encarte de um CD fazia parte da curtição. Nossa, acho que isso vai ter o mesmo fim dos dinossauros.

DoM: E sobre os músicos que twitam sobre cada passo que dão? Meio que apaga aquela aura de mistério que os músicos costumavam ter, por exemplo, nos anos 80, não acha?

DE: Concordo. Acho que se deve twitar uma coisas aqui e ali para deixar os fãs informados mas será que eles importam com o que você bebe no Starbucks?

DoM: Você consegue imaginar o Michael Jackson no Twitter? "I [3 Jonas Bros lol #kids"

DE: Eu tenho um ditado que uso na minha vida, "Seja famoso pelo o que você faz ao invés de fazer as coisas para ser famoso."

LEMMY: "SE SURPREENDEM POR EU AINDA ESTAR VIVO"

Dave Hoekstra, do Chicago Sun-Times, conduziu uma entrevista com a entidade divina conhecida como Lemmy Kilmister. Confira abaixo alguns temas:

Sobre o documentário “Lemmy”

As pessoas não conseguem acreditar que ainda estou vivo. Imaginam que não vou durar muito. Espero provar que estão errados. Wes e Greg, os produtores, simplesmente apareceram. Eles estavam muito interessados. Dissemos para voltarem em uma semana, quando fizemos um piloto. Mal sabia que eles iriam me seguir nos próximos três anos. Sempre que eu dobrava uma esquina, lá estava a câmera. Mas eles sabiam o que estavam fazendo.

Sobre a Country Music

Carrie Underwood é legal. Assim como Kelly Clarkson. Quando mulheres cantam Country é a melhor coisa que você já ouviu na vida. São as melhores. Nashville tem grandes cantoras.

Sobre o Heavy Metal

Ninguém admite que o Metal sequer seja música. Sempre desaprovam e fazem cara feia, o que é estúpido. Alguns dos melhores músicos do mundo tocam Heavy Metal. Mas eu prefiro chamar de Heavy Rock. As guitarras são feitas de madeira, não de metal, certo?

Sobre o interesse na Segunda Guerra Mundial

Nasci no ano em que a Guerra terminou. É algo muito próximo de mim. Os nazistas? Sabiam como organizar uma parada, os darei crédito por isso. Foi a última marcha pomposa. Foram os últimos a usar adagas e espadas em encontros sociais. Devia ser incrível vestir aqueles uniformes. Eram feitos de lã. Eram belas vestimentas, mas pelas razões erradas. Mas não é culpa minha. Como disse no filme, se o exército de Israel tivesse feito os uniformes mais bonitos, eu os colecionaria.

Guerras de modo geral

Guerra é uma estupidez. Mesmo se vencer, as pessoas derrotadas ainda pensam a mesma coisa. Aprendi isso brigando na escola. Só porque você bateu em outro garoto, não significa que ele pensa que você tem razão. Apenas vai ter um olho roxo.

Sobre seu filho Paul

Meu filho produz e empresaria uma banda chamada The Janks. Mantemos contato desde seus seis anos de idade. É um bom rapaz. Trocamos de namoradas duas vezes. A razão pela qual nunca tive contato com meu outro filho é porque ele não sabe que sou seu pai. Deve imaginar que a família que o adotou são seus verdadeiros pais. Não quero estragar a vida dele, não tenho esse direito.

LEGIÃO: "FAROESTE CABLOCO" VIRARÁ FILME EM 2011

Um dos clássicos da LEGIÃO URBANA está em produção, com previsão para entrar na telona ainda esse ano. João de Santo Cristo, Maria Lúcia e Jeremias serão interpretados por Fabrício Boliveira, Ísis Valverde e Felipe Abib, respectivamente.

Se você é muito fã de Faroeste Caboclo, poderá inclusive participar do filme. Até o dia 27 deste mês, você deve criar e publicar um vídeo, de até 30 segundos, "convencendo Maria Lúcia a não abandonar a festa". Os seis melhores vídeos irão à votação popular pelo site www.faroestecaboclo.com.br/casting e o vencedor viajará para Brasília, com tudo pago, para integrar o elenco em um dia de filmagem.

OZZY OSBOURNE: A PERDA DO GUITARRISTA GARY MOORE

OZZY OSBOURNE lançou uma nota para a revista inglesa Classic Rock sobre o guitarrista Gary Moore, que foi encontrado morto na Espanha há alguns dias:

“Parecia que Gary Moore viveria para sempre. Eu tive a honra de gravar com Gary a música ‘Clones Led’, em seu álbum ‘After the War’, que foi muito divertido. Quando se diz que sua morte foi uma trágica perda, isto não parece dar a justiça que merece. Perdemos um músico fenomenal e um grande amigo. Descanse em paz, Gary”.

EUROPE: "GARY MOORE FOI UMA DE NOSSAS MAIORES INFLUÊNCIAS"

Os hard rockers suecos do EUROPE divulgaram o seguinte comunicado acerca do falecimento do lendário guitarrista Gary Moore:

"Não há palavras para descrever o quão tristes nos sentimos ao ouvir a notícia de que Gary Moore faleceu. Não podemos acreditar! É um choque total! Ele foi uma de nossas maiores influências, tanto como guitarrista quanto como compositor. Nossos pensamentos e sentimentos agora vão para a família dele e amigos próximos."

De acordo com o site Mirror.co.uk, Moore morreu de um ataque cardíaco, segundo revelou um exame postmortem ontem (segunda-feira, 7 de fevereiro).

Moore morreu enquanto dormia na manhã de domingo, horas após ter dado entrada no hotel cinco estrelas Kempinski Hotel, em Estepona, na Costa del Sol, Espanha, com uma mulher não identificada.

Enquanto médicos legistas estão certos de que Moore morreu de causas naturais, eles requisitaram mais testes em amostras de tecidos retirados de seu corpo, a fim de elaborar um relatório final.

GUNS N' ROSES: BUMBLEFOOT FALA SOBRE GARY MOORE

Ron "Bumblefoot" Thal (GUNS N' ROSES) divulgou o seguinte comunicado acerca do falecimento do lendário guitarrista Gary Moore:

"Gary Moore deu uma vida inteira de música ao mundo; [ele era] um guitarrista tão incrível. Ele era como ‘O’ guitarrista de rock, o cara que tinha o melhor de tudo – e que só podia vir a ter o melhor de tudo em seu coração.

À família dele, vocês têm minhas condolências mais profundas, o amor e apoio de milhões de fãs, todos desejando a vocês força nesse momento difícil."

Moore morreu enquanto dormia na manhã de anteontem (domingo, 6 de fevereiro), horas após dar entrada no hotel de cinco estrelas Kempinski Hotel, em Estepona, na Costa del Sol, com uma mulher não identificada. Ele tinha 58 anos.

GARRY MOORE: CAUSA DA MORTE TERIA SIDO UM ATAQUE CARDÍACO

De acordo com o site Mirror.co.uk, o lendário guitarrista Gary Moore morreu de um ataque cardíaco, segundo um exame postmortem revelado ontem (segunda-feira, 7 de fevereiro).

Moore morreu enquanto dormia na manhã de anteontem, horas após haver dado entrada no hotel cinco estrelas Kempinski Hotel, em Estepona, na Costa del Sol, com uma mulher não identificada. Ele tinha 58 anos.

Enquanto médicos legistas estão certos de que Moore tenha morrido de causas naturais, eles requisitaram mais testes em amostras de tecidos tiradas de seu corpo, para um relatório final.

O porta-voz da polícia espanhola disse ontem: "O Sr. Moore morreu de causas naturais e sua morte não é, de forma alguma, suspeita. Um investigador abriu um inquérito padrão para determinar a exata causa da morte."

O tablóide britânico The Sun anunciou ontem, mais cedo – aparentemente de forma equivocada –, que Moore teria se sufocado com seu próprio vômito, após misturar champanhe e brandy antes de ser encontrado, por volta das 4 da manhã.

GARY MOORE: MÚSICO MORREU SUFOCADO PELO PRÓPRIO VÔMITO

O ás da guitarra GARY MOORE morreu enquanto estava de férias ontem – sufocado pelo seu próprio vômito depois de ter tomado champanhe e brandy.

O ex-astro do THIN LIZZY, de 58 anos foi descoberto pouco antes das quatro da manhã por sua namorada, inconsciente em seu quarto de hotel na Espanha.

Os médicos o encontraram sem vida, deitado de costas, vestindo apenas sua roupa de baixo. Uma fonte da ambulância disse: “Acreditamos que o falecido tinha bebido muito. Sua namorada estava muito transtornada, chorando muito.”

Moore, considerado como um dos melhores guitarristas de sua geração, era mais conhecido por seu tempo com o Thin Lizzy. Ele tocou em seus sucessos, ‘Waiting For an Alibi’ e ‘Do Anything You Want to’.

Ele também se juntou ao frontman do Thin Lizzy e seu compatriota irlandês Phil Lynott para os sucessos de sua carreira solo ‘Parisienne Walkways’ e ‘Out In The Fields’. Nos últimos anos o guitarrista nascido em Belfast tinha moldado uma nova carreira com músico de blues, lançando discos aclamados pela crítica e tocando com lendas como BB King e Bob Dylan.

Bob Geldof descreveu Moore como uma das lendas musicais da Irlanda. Ele disse: “Um dos maiores blueseiros de todos os tempos. Van Morrison, Rory Gallagher e Gary Moore – a trindade gloriosa dos blueseiros irlandeses.”

Os ex-companheiros de banda de Moore, chocados, também renderam tributos. Eric Bell, outro ex-guitarrista do Thin Lizzy, disse: “Eu não consigo acreditar nisso. Ele era tão robusto, ele não era do tipo vítima do rock, ele era um cara saudável. Ele era um músico soberbo e dedicado.”

O baterista da banda, Brian Downey acrescentou: “Eu estou em complete choque. Eu conheço Gary desde 1967 e ele tem sido um amigo fabuloso desde então. Ele estará sempre em meus pensamentos e orações.”

O empresariamento do Thin Lizzy disse: “Nossos pensamentos vão para a família de Gary nesse momento. Nossas memórias de Gary e sua contribuição para o Thin Lizzy e para com a música em geral vão viver para sempre.”

Moore morreu horas após ter dado entrada no Kempinski Hotel em Estepona com sua namorada, que está na casa dos 30 anos, para um período de seis dias.

A fonte do hotel disse: “eles iam comer no restaurante, mas ele estava fechado, então eles comeram um sanduíche no bar com uma garrafa de champanhe. Eles saíram para um passeio a pé e voltaram para o bar onde Gary tomou brandy. Ele parecia bem quando saiu por volta das 11 da noite.”

Moore fez parte do Thin Lizzy no fim dos anos 70, quando a banda era famosa por farras regadas a bebida e drogas.

Em 1986, Lynott, a quem Moore conhecia desde que eram adolescentes, morreu de pneumonia, causada por seu vicio em heroína. Ele tinha 36 anos.

GARY MOORE: GEEZER BUTLER COMENTA MORTE DE GUITARRISTA

Geezer Butler, baixista da formação original do BLACK SABBATH, foi um dos artistas que se pronunciou sobre o guitarrista GARY MOORE, encontrado morto na Espanha, aos 58 anos.

Butler fala: “Fiquei muito triste ao saber do falecimento de um dos maiores guitarristas de todos os tempos. ‘Still Got The Blues’ foi um dos grandes álbuns, certamente um dos meus favoritos. Sua maneira de tocar não pode ser ensinada - ela vem da alma. R.I.P. Gary”.

NIGHTWISH: VOCALISTA COMENTA MORTE DE GARY MOORE

Anette Olzon, do NIGHTWISH, declarou em seu blog sobre o falecimento do Gary Moore:

“Um super guitarrista, para mim, um homem que me deu maravilhosas canções para escutar e dançar as minhas primeiras músicas lentas, ele foi encontrado morto esta manhã na Espanha. Ele tinha apenas 58 anos e foi uma grande perda na música. O Nightwish gravou um cover de uma de suas músicas - 'Over The Hills and Far Away' - uma ótima canção que ele fez. Eu espero que você possa descansar em paz, Gary, e obrigada por todas as canções que adoro”.

GARY MOORE: MORRE O GÊNIO DA GUITARRA IRLANDÊS

O site HOT PRESS foi informado da morte de GARY MOORE. O lendário guitarrista nascido em Belfast morreu aos 58 anos de idade, durante o sono na noite passada, enquanto estava de férias na Espanha. Não foi divulgada a causa de sua morte.

Um dos maiores guitarristas de sua geração, Gary Moore começou sua carreira profissional na adolescência. Ele tinha apenas dezesseis anos quando se mudou de Belfast para Dublin, em 1969, para juntar-se ao SKID ROW – originalmente uma banda de quatro membros que tinha Brush Shiels no baixo, Nollaig Bridgeman na bateria e Philip Lynott como vocalista, assim como Gary na guitarra solo.

Logo depois, Phillip Lynott foi posto de lado, com Brush e Gary dividindo os vocais, fazendo do Skid Row um power trio do tipo que estava na moda na época, seguindo o sucesso do Rory Gallagher’s Taste e Jimi Hendrix Experience. O Skid Row assinou contrato com a CBS Records e lançou dois discos, Skid em 1970 e 34 Hours em 1971.

Adepto do blues, hard rock e jazz, Moore era também um guitarrista melódico soberbo e apareceu em muitos outros discos irlandeses como participação especial, incluindo gravações do Dr. Strangely Strange, entre outros. Ele foi chamado para se juntar ao THIN LIZZY por Phillip Lynott e substituir Eric Bell, antes da formação definitiva de quatro membros da banda, com Scott Gorham e Brian Robertson nas guitarras solo. Entretanto, no disco Nightlife (1974), ele tocou o solo extraordinário de ‘Still In Love With You’, que se tornou uma das faixas mais memoráveis do Thin Lizzy e uma eterna favorita ao vivo. Gary retornou brevemente ao grupo, quando Brian Robertson foi descartado para uma turnê pelos EUA, em 1977. Moore também apareceu no disco Black Rose, lançado em 1979.

“Ele era um músico genial”, disse o editor da Hot Press, Niall Strokes. “Mesmo quando adolescente, ele tinha algo especial nele e ao longo de sua carreira ele trabalhou muito duro para melhorar sua técnica. Sua contribuição para o rock irlandês foi imensa, tanto em seu trabalho solo, seus dias com o Skid Row, os grandes discos que ele gravou com Phillip Lynott e com o Thin Lizzy, e em várias outras participações. Meu coração vai a todos seus amigos próximos e família. É uma enorme perda.”

Seu relacionamento com o vocalista e compositor do Thin Lizzy, Philip Lynott, era altamente competitivo, e havia desentendimentos frequentes entre eles, mas eles permaneceram como parceiros musicais e juntaram forças para o single de sucesso ‘Parisienne Walkways’ (1979), no qual Philip cantou. O single posterior, ‘Out in The Fields’ (1985), chegou à quinta posição das paradas inglesas.

Enquanto ele permaneceu como parte do grupo de Jon Hiseman, o Colosseum II, pela maior parte de sua carreira, Gary Moore teve sua própria banda, alternando entre o hard rock, metal e fusion, além da influência do jazz e blues. O primeiro disco da banda de Gary Moore foi lançado em 1973. Nos últimos anos, ele tinha retornado às suas raízes, primeiro com o lançamento de Still Got The Blues, em 1991, e depois com Back to The Blues, em 2001. Ao todo, ele lançou 20 discos de estúdio, assim como seis compilações ao vivo, incluindo o DVD Live At Montreaux.

RAINBOW: EDIÇÃO DE LUXO DO "RISING" SERÁ LANÇADA

A Universal Music Enterprises anunciou que vai lançar uma edição de luxo do álbum “Rising”, da banda RAINBOW. Essa nova edição tem previsão para ser lançada no dia 28 de fevereiro no Reino Unido e dia 8 de março na América do Norte.

A edição de luxo será um álbum duplo, sendo que o segundo disco contará com novas versões remixadas das músicas do primeiro disco. Confira a lista de faixas:

1º disco:
01. Tarot Woman
02. Run With The Wolf
03. Starstruck
04. Do You Close Your Eyes
05. Stargazer
06. A Light In The Black
07. Tarot Woman
08. Run With The Wolf
09. Starstruck
10. Do You Close Your Eyes
11. Stargazer
12. A Light In The Black

2º disco (Este vai conter apenas versões remixadas e alternativas do primeiro disco):
01. Tarot Woman
02. Run With The Wolf
03. Starstruck
04. Do You Close Your Eyes
05. Stargazer
06. Coming Home
07. Stargazer
08. A Light In The Black
09. Man On The Silver Mountain

A primeira versão do álbum foi lançada em 1976 e a formação do RAINBOW era Ritchie Blackmore (guitarra), Ronnie James Dio (vocalista), Tony Carey (teclado), Jimmy Bain (baixista) e Cozy Powell (bateria). Na época, as gravações aconteceram na Alemanha e o grupo terminou-as em um mês.

GEEZER BUTLER: MORTE DE DIO PODERIA TER SIDO EVITADA

O baixista Geezer Butler (HEAVEN & HELL, BLACK SABBATH) disse ao site Noisecreep que Ronnie James Dio poderia ter evitado a morte se tivesse ido mais cedo ao médico.

"Todos os médicos disseram que se ele tivesse feito check-up um ou dois anos antes, eles poderiam tê-lo tratado", disse Butler ao Noisecreep. "Mas no momento em que Ronnie foi diagnosticado, o câncer já estava em estágio avançado e era inoperável. O médico deu a entender que era apenas uma questão de tempo e não havia nada que pudesse ser feito."

Segundo Butler, Tony Iommi e o baterista Vinny Appice foram submetidos a colonoscopia de rotina para verificar se havia sinais de câncer de cólon e intestino em 2008, e falaram sobre o procedimento em um dos ensaios do HEAVEN & HELL: "Vinny tinha acabado de fazer o exame e não podia sentar em seu banquinho de bateria, 'Oh, eu nunca vou fazer nada parecido com isso', disse Dio. Se ele tivesse ido naquela época, junto com os outros, teria descoberto antes da turnê. Se ele fizesse check up regularmente..."

Ele continuou: "Os médicos disseram que se tivesse sido diagnosticado antes, eles poderiam tê-lo curado. É muito perturbador pensar sobre isso, e espero que isso incentive as pessoas a fazerem check up regularmente."

BLACK SABBATH COM DIO: ÁLBUM AO VIVO SAIRÁ EM VINIL TRIPLO

"Live at Hammersmith Odeon", álbum ao vivo lançado em CD originalmente em 2007, pelo BLACK SABBATH, será relançado em vinil, no início de 2011, em edição limitada.

O álbum volta às lojas em vinil triplo, e estará disponível para venda apenas nas redes conveniadas do Metal Club, um grupo de lojas de discos norte-americanas e canadenses que se uniram para divulgar e lançar itens relacionados ao heavy metal. Para saber mais sobre o Metal Club, clique no link a seguir:
http://www.mymetalclub.com/

"Live at Hammersmith Odeon" traz uma apresentação do BLACK SABBATH gravada em 1982, na lendária casa de shows, durante a turnê do álbum "Mob Rules". Formado na época por Ronnie James Dio, Tony Iommi, Geezer Butler e Vinny Appice – o mesmo line-up que mais de duas décadas depois se reuniria novamente para a criação do Heaven and Hell -, o grupo executa faixas dos discos gravados com Dio – "Heaven and Hell" e "Mob Rules" -, além de versões para antigos hinos da era Ozzy, como “Paranoid”, “War Pigs”, “Iron Man” e a clássica faixa que dá nome ao grupo.

Essa nova edição de "Live at Hammersmith Odeon" será lançada em vinil triplo de 180 gramas, capa gatefold e edição de apenas 3 mil cópias. O disco chega às lojas conveniadas do Metal Club no dia 11 de janeiro de 2011.

HEAVEN AND HELL: ROB HALFORD COTADO PARA ASSUMIR OS VOCAIS?

Em entrevista realizada pelo Brave Words, o baterista Vinny Appice falou sobre a continuidade do HEAVEN AND HELL. E deixou bem clara qual a sua preferência para assumir os vocais, revelando que o nome já foi citado como possibilidade nas conversas com os outros remanescentes do grupo.

Sobre o Heaven and Hell, parece que vocês vão continuar, mas com outro nome.

Está no ar. Vamos colocar da seguinte forma: estamos conversando sobre continuar de alguma maneira. Não pensamos em acabar com a banda.

O que você diz para os fãs que insistem que a banda deveria chamar Tony Martin?

Poderia ser legal. Tony esteve no Black Sabbath, trabalhou com os caras antes, mas já faz um certo tempo. Gostaria de alguém como Rob Halford. Já tocou conosco antes, comentamos a possibilidade. Isso funcionaria.

É uma boa sugestão. Rob substituiu Ozzy e Dio em shows do passado. O Judas Priest está se despedindo. Os fãs iam gostar.

E ele é uma lenda. Tony Martin é Tony Martin. Fez sua parte, mas não é grande como Rob Halford, não tem a mesma história. Rob traria nova vida à banda. O Sabbath nasceu com Ozzy. Reviveu com Ronnie. Com Rob seria outro renascimento, meu Deus! Mas é claro, também podemos escolher um cara desconhecido.

Há duas opções: trazer um total desconhecido ou um nome grande o suficiente para se comparar ao passado, como Rob ou Bruce Dickinson.

Sim. Seria algo como uma super-banda. Mas o Journey encontrou um cara novo e ele trouxe algo novo. Então, não sei o que vai acontecer. Há comunicação, mas nada está definido e ninguém se comprometeu.